LIBERTADORES COMO A FINAL DA CHAMPIONS LEAGUE E O SUPER BOWL

Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, quer final em jogo único

O presidente da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), Alejandro Domínguez, revelou nesta terça-feira que planeja a Libertadores com final em jogo único e sede previamente escolhida já na próxima edição do torneio, em 2018.

O cartola, inclusive, disse que duas cidades já se candidataram a receber a decisão.

“Lima e Rio de Janeiro”, afirmou Domínguez, em entrevista ao jornal El País, do Uruguai.

“(A final em jogo único) Seria já para 2018, o próximo ano. Queremos a Libertadores como a Champions League e o Super Bowl“, completou o dirigente, citando as finais do torneio da Uefa e da liga de futebol americano dos EUA, ambas decididas em jogo único com sede neutra.

Domínguez ainda explicou o porquê de ter a vontade de mudar o formato das finais.

“É a segunda vez que consigo ir a uma final de Champions, e também consegui ir ao Super Bowl, principalmente para sentir como é o ambiente de uma final única. Tenho a ideia de que nós podemos replicar algo parecido na Libertadores”, discursou.

“Uma grande festa em uma cidade, uma só final e um campo neutro. Estamos abrindo o debate com clubes e jogadores. Queremos abrir esse debate também para os veículos de imprensa. São decisões muito importantes, todas as partes devem estar envolvidas, até pela maneira como vivemos futebol e a cultura. Temos muitas coisas a mostrar ao mundo e temos que fazê-las coincidir com nosso futebol, que amamos tanto”, acrescentou.

O presidente da Conmebol também disse acreditar que a final da Libertadores em jogo único pode ser um espetáculo ainda maior do que a sempre aguardada decisão da Champions.

“Estou convencido de que isso é possível. O sentimento das nossas pessoas é diferente. Se você pensar só no jogo, no estritamente esportivo, talvez eu esteja exagerando. Mas se você pensar na semana inteira, em toda a festa que acontece antes da final, que mostremos como se vive o futebol na América do Sul, nesse sentido temos uma identidade inigualável”, bradou.

“Em nenhum lugar do mundo se vive o futebol como na América do Sul”, finalizou.

Fonte: ESPN.com.br – Postado às 12:43

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Sérgio Leandro

Formado em Administração de Empresas, Especialização em RH, Analista em Esportes.
 
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