A Fifa anunciou nesta quarta os indicados ao prêmio de melhor treinador de 2016.
Ao contrário dos últimos anos, nos quais houve mais variedade, desta vez a organização que rege o futebol mundial “ignorou” o resto do mundo e apontou apenas técnicos que foram bem no futebol europeu como concorrentes à honraria.
São eles: Chris Coleman (País de Gales), Didier Deschamps (França), Josep Guardiola (Bayern de Munique e Manchester City), Jurgen Klopp (Liverpool), Luis Enrique (Barcelona), Mauricio Pochettino (Tottenham), Claudio Ranieri (Leicester), Fernando Santos (Portugal), Diego Simeone (Atlético de Madri) e Zinedine Zidane (Real Madrid).
Destes, três fizeram ótimas campanhas na Eurocopa (Coleman, Deschamps e Santos, que foi o campeão), enquanto dois foram finalistas da Uefa Champions League (Simeone e Zidane).
Já outros se destacaram na Premier League inglesa, um dos torneios mais equilibrados do mundo (Ranieri, Pochettino e Klopp), enquanto Guardiola e Luis Enrique foram campeões da Bundesliga e de La Liga na última temporada, respectivamente.
Nos últimos anos, aliás, houve menos “eurocentrismo” na premiação da Fifa, já que, em 2015, por exemplo, o argentino Jorge Sampaoli, da seleção do Chile, foi indicado.
Em anos anteriores, ainda apareceram nomes como Jurgen Klinsmann (dos Estados Unidos, em 2014), Luiz Felipe Scolari (da seleção brasileira, em 2013) e Oscar Tabarez (do Uruguai, em 2010 e 2011). Nenhum deles, porém, faturou a honraria.
A Fifa explicou que os ganhadores serão escolhidos após um processo no qual 50% do resultado será baseado nos votos dos capitães e técnicos das seleções nacionais de todo o mundo. A outra metade será a soma do resultado de uma votação pública pela internet e das preferências de um grupo de mais de 200 representantes da imprensa.
Fonte: ESPN.com.br -Postado às 13:38